Evento já recebeu 12 milhões de inscrições de estudantes
Sexta-feira, 23 de março de 2012 - 16:23
Até
a manhã desta sexta-feira, 23, a 8ª Olimpíada Brasileira de Matemática
das Escolas Públicas (Obmep) recebeu 12,2 milhões de inscrições de
estudantes da educação básica de 27,3 mil escolas. De acordo com o
Centro de Estudos e Pesquisas em Educação, Cultura e Ação Comunitária
(Cenpec), entidade que coordena o concurso, 90% dos municípios já
haviam aderido à olimpíada até esta data.A adesão das secretarias estaduais e municipais de educação e a inscrição de escolas e alunos podem ser feitas até dia 30 de março, pela internet. Na Obmep, a inscrição dos estudantes deve ser feita pelas escolas. Podem participar alunos do sexto ao nono ano do ensino fundamental e das três séries do ensino médio.
A coordenadora da olimpíada, Mônica Souza, lembra aos gestores das escolas e aos professores que o regulamento da edição da Obmep 2012 traz três alterações no quesito premiação.
A primeira mudança se refere ao aumento do número de estudantes convidados a participar do programa de iniciação científica júnior, com bolsa do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq), que passa de 3,2 mil para 4,5 mil alunos. A segunda é o aumento do número de certificados de menção honrosa, de 30 mil para 46,2 mil; e a premiação será estendida a 1 mil professores.
Calendário – As datas da Olimpíada são as seguintes: dia 30 de março, encerramento das inscrições; 5 de junho, aplicação das provas da primeira fase nas escolas; 26 de junho, último prazo para as escolas enviarem os cartões-resposta dos classificados para a segunda fase; 15 de agosto, divulgação dos classificados para a segunda fase e do local de realização das provas; 15 de agosto a 14 de setembro, período para as escolas indicarem, na página eletrônica da Obmep, os professores dos alunos classificados para a segunda fase; 15 de setembro, às 14h30 (horário de Brasília), provas da segunda fase; 30 de novembro, divulgação dos premiados na página eletrônica da olimpíada.
Promovida pelos ministérios da Ciência, Tecnologia e Inovação e da Educação, a Obmep é realizada pelo Instituto Nacional de Matemática Pura Aplicada (Impa) com o apoio da Sociedade Brasileira de Matemática e sob a coordenação do Cenpec.
Ionice Lorenzoni











Assim, este dia deve nos alertar muito mais para a discriminação e
violência a que ainda são submetidas as mulheres, do que às conquistas
que foram conseguidas a despeito das políticas de exclusão de passado
não muito remoto e que de maneira retrógrada ainda permanecem em
algumas mentes masculinas. A violência moral e física ainda existe em
lares vizinhos aos nossos, perto o suficiente para que tenhamos notícia
deste ou daquele incidente entre casais conhecidos. Neste carnaval,
quantos homens transtornados pela bebida não surraram suas mulheres?
Não é preciso ir muito longe para testemunhar essa covardia. Quantas
mulheres se sujeitam por amor, carência ou outro tipo de dependência a
essa situação sem denunciar seus agressores. É preciso cada vez mais a
conscientização dessas vítimas da desinformação, do medo, da escravidão
econômica e social a que estão sujeitas. Muitas não sabem como se
libertar ou não tem quem as ajude, quem as oriente. Campanhas
permanentes de informação devem prosperar nos diversos meios de
comunicação para que as mulheres possam saber se defender. No Brasil,
uma pesquisa nacional do Datasenado revela que 66% das brasileiras
acham que a violência doméstica e familiar contra as mulheres aumentou;
mas, ao mesmo tempo, 60% acreditam que a proteção contra este tipo de
agressão melhorou após a criação da
No extremo dessas barbaridades contra a mulher, "Bibi" Aisha uma mulher
afegã de 19 anos foi mutilada pelo marido sob o regime do Taleban e
graças à fundação "Grossman Burn Foundation" dos Estados Unidos, foi
operada na Califórnia e recebeu uma prótese no nariz, tendo seu rosto
reconstruído. Nos regimes fundamentalistas em alguns países orientais
ainda se praticam essas e outras barbaridades contra as mulheres. Não é
o Islã que determina essas atrocidades, o Islamismo ou qualquer
doutrina ou fé religiosa não estaria orientando bem seus fiéis se assim
procedesse, mas são os homens, e sobretudo aqueles com pouco ou nenhum
entendimento nas leis divinas, de igualdade e fraternidade, que se
outorgam no direito de cometer essas barbaridades contra as mulheres
sob o manto da religião.
A excelente matéria sobre mutilação genital feminina (retirada do clitoris) publicada na 