Blog destinado a expor ideias, projetos, eventos e ações realizados pelos alunos e para os alunos da escola.
quinta-feira, 22 de março de 2012
Vale fazer uma visita!
(Dicas da Vera Gama) -
Novos endereços muito bons para trabalhar com os alunos:
Novos endereços muito bons para trabalhar com os alunos:
Babylon - www1.uol.com.br/babylon
Este programa traduz mais de 3 milhões de palavras e expressões em inglês para português, espanhol, alemão, francês, italiano, holandês, inglês, japonês, chinês tradicional, chinês simplificado ou hebraico. Você pode fazer uma consulta online ou instalar o programa em seu computador PC. Ele funciona para páginas Web e em qualquer aplicativo do Windows. Se instalar o programa no micro, basta um clique do mouse em qualquer palavra de sua tela para saber a tradução.
Este programa traduz mais de 3 milhões de palavras e expressões em inglês para português, espanhol, alemão, francês, italiano, holandês, inglês, japonês, chinês tradicional, chinês simplificado ou hebraico. Você pode fazer uma consulta online ou instalar o programa em seu computador PC. Ele funciona para páginas Web e em qualquer aplicativo do Windows. Se instalar o programa no micro, basta um clique do mouse em qualquer palavra de sua tela para saber a tradução.
O Brasileirinho - www.obrasileirinho.org.br
Prevenção ao uso das drogas para crianças.
Prevenção ao uso das drogas para crianças.
Cinema para Todos
Notícias
15/03/2012 - 17:18h - Atualizado em 21/03/2012 - 10:59h
Inscrições abertas para oficinas videointeratividade
O
"Cinema Para Todos" é um Programa do plano estratégico do Governo do
Estado do Rio de Janeiro e uma realização da Secretaria de Estado de
Cultura e da Secretaria de Estado de Educação em parceria com o ICEM –
Instituto Cultura Em Movimento, visando estimular e democratizar o
acesso dos alunos da rede estadual de ensino às salas de cinema.
As
oficinas são voltadas para alunos e professores do 9º ano do Ensino
Fundamental, Ensino Médio e Educação de Jovens e Adultos das unidades
escolares da rede estadual localizadas nos 27 municípios onde o Cinema
Para Todos atua*.
O objetivo das Oficinas Videointeratividade é introduzir a prática da produção audiovisual na escola, ampliando a sensibilidade estética e o poder de comunicação de jovens e educadores. O conhecimento adquirido durante as Oficinas será contextualizado à prática pedagógica da unidade escolar.
Serão selecionadas 03 (três) unidades escolares de cada município. Segue, abaixo, o passo a passo para inscrição e participação:
1) Cada unidade escolar poderá participar com 8 (oito) alunos e 01 (um) professor;
2)
A inscrição na Oficina é responsabilidade do professor, sendo
necessária a autorização do diretor e sua concordância com o
regulamento em anexo;
3) Os interessados responderão ao questionário (vide abaixo) e o enviarão para o e-mail oficinas@pragaconexoes.com até o prazo máximo de 16 de abril de 2012;
4) Dentre as 03 (três) unidades selecionadas em cada município será elegida uma para sediar a Oficina VideoInteratividade;
5)
A Oficina VideoInteratividade tem carga horária de 40 horas, dividida
ao longo de duas semanas, sendo 4 (quatro) horas diárias de 2ª à 6ª
feira;
6) Os participantes
receberão materiais didáticos – Apostila do programa, Livro e DVDs – e
serão acompanhados à distância pela equipe das Oficinas até o final do
presente ano letivo;
7)
Durante a Oficina VideoInteratividade cada Unidade Escolar produzirá um
vídeo de curta duração sobre temática de seu interesse, que
posteriormente será disponibilizado ao público, pelo site do Cinema
Para Todos (www.cinemaparatodos.rj.gov.br);
8)
Os vídeos produzidos participarão de um concurso de premiação no mesmo
site, e serão enviados a festivais de cinema no Brasil ao longo do ano.
Entre os resultados esperados pelas Oficinas VideoInteratividade, destacam-se:
• Desenvolvimento da habilidade de expressão dos alunos, em particular na linguagem audiovisual;
• Utilização da produção audiovisual como ferramenta do professor no processo ensino-aprendizado;
• Desenvolvimento da visão critica dos alunos em relação ao que consomem dos meios de comunicação;
• Participação mais ativa dos alunos na vida cultural da cidade e da escola;
• Realização de outros vídeos sobre/para a escola e a comunidade.
Em
curso desde 2010, mais de 450 estudantes e 80 educadores já passaram
pelas Oficinas - confira os vídeos realizados e depoimento dos
participantes (clique aqui).
* Angra
dos Reis, Araruama, Barra Mansa, Bom Jardim, Bom Jesus de Itabapoana,
Búzios, Cabo Frio, Campos, Duque de Caxias, Itaguaí, Itaperuna, Macaé,
Nilópolis, Niterói, Nova Iguaçu, Paracambi, Petrópolis, Resende, Rio
das Ostras, Rio de Janeiro, São Gonçalo, São João de Meriti,
Teresópolis, Três Rios, Valença, Vassouras e Volta Redonda.
Acesse aqui os links do Formulário e do Regulamento.http://www.rj.gov.br/web/seeduc/exibeconteudo?article-id=825450
segunda-feira, 19 de março de 2012
Língua portuguesa - Terceira edição da Olimpíada abre inscrições na segunda
As inscrições para a terceira edição da Olimpíada de Língua Portuguesa Escrevendo o Futuro começam em 19 de março e vão até 25 de maio. O lançamento oficial será na próxima segunda-feira, 19, em São Paulo, na sede da Fundação Itaú Social, parceira do Ministério da Educação na promoção do concurso. Durante a olimpíada, estudantes de escolas públicas da educação básica e seus professores de língua portuguesa vão trabalhar textos de quatro gêneros literários, todos sobre o tema O lugar onde vivo. Alunos do quinto e sexto ano do ensino fundamental vão desenvolver a poesia; sétimo e oitavo ano, textos no gênero memória; nono ano do ensino fundamental e primeira série do ensino médio, crônica; segunda e terceira séries do ensino médio, artigo de opinião.
As inscrições serão feitas na página eletrônica Comunidade Virtual, criada para a Olimpíada de Língua Portuguesa, e que estará disponível na internet na segunda-feira, 19. O processo tem duas etapas: a primeira é a adesão das secretarias de educação dos 26 estados e do Distrito Federal e dos 5.565 municípios. A segunda é a inscrição da escola. São objetivos da olimpíada estimular a leitura e o desenvolvimento da escrita entre estudantes da educação básica pública.
No país – Além do lançamento nacional da Olimpíada de Língua Portuguesa Escrevendo o Futuro em 19 de março, em São Paulo, os organizadores programaram um calendário de lançamentos regionais entre 30 de março e 24 de abril. Dia 30 de março, em Goiânia; 3 de abril, Curitiba; 10 de abril, Belo Horizonte; 13, Fortaleza; 18, Salvador, e 24, Belém.
Dividida em etapas, a seleção de textos dos alunos começa na escola, depois acontece no município, no estado, na região e por último em âmbito nacional. A premiação – medalhas, obras literárias, microcomputadores, aparelhos de som portáteis, entre outros itens –, é para o aluno e o seu professor. No final do concurso, os promotores da olimpíada entregam prêmios a 20 estudantes e 20 professores, mas nas fases intermediárias também há prêmios para alunos, docentes e escolas.
Trajetória – Em 2008, a Olimpíada da Língua Portuguesa se tornou política pública de educação, sob a coordenação do MEC, em parceria com a Fundação Itaú Social e o Centro de Estudos e Pesquisas em Educação, Cultura e Ação Comunitária (Cenpec). A olimpíada teve origem no programa Escrevendo o Futuro, desenvolvido pela Fundação Itaú Social entre 2002 e 2006, em edições bienais, que contaram, naquele período, com a participação de mais de 3,5 milhões de alunos em todo o país.
Na segunda edição, em 2010, a Olimpíada de Língua Portuguesa Escrevendo o Futuro teve a participação de mais de 7 milhões de alunos da educação básica, de 60,1 mil escolas públicas e de 239,4 mil professores.
Ionice Lorenzoni
quinta-feira, 15 de março de 2012
Dia internacional da mulher do século XXI
No século XXI a mulher ainda luta por sua liberdade
8 de março é o Dia Internacional da Mulher
(Publicado em 08.03.2011
Redação do Portalguaratiba)
Há quase um século atrás, em 1917, trabalhadoras russas fizeram manifestações por "Pão e Paz". A chamada do movimento de protesto indicava que elas protestavam por melhores condições de vida e de trabalho, e corajosamente se lançavam em um movimento pacifista contra a entrada do seu país na Primeira Guerra Mundial. Era 8 de março de 1917 e este dia de 8 de março foi adotado pelas Nações Unidas como Dia Internacional da Mulher, não somente para celebrar as conquistas sociais, políticas e econômicas das mulheres, mas sobretudo para lembrar da luta permanente contra a discriminação e a violência a que muitas mulheres ainda são submetidas em todo mundo.
Assim, este dia deve nos alertar muito mais para a discriminação e
violência a que ainda são submetidas as mulheres, do que às conquistas
que foram conseguidas a despeito das políticas de exclusão de passado
não muito remoto e que de maneira retrógrada ainda permanecem em
algumas mentes masculinas. A violência moral e física ainda existe em
lares vizinhos aos nossos, perto o suficiente para que tenhamos notícia
deste ou daquele incidente entre casais conhecidos. Neste carnaval,
quantos homens transtornados pela bebida não surraram suas mulheres?
Não é preciso ir muito longe para testemunhar essa covardia. Quantas
mulheres se sujeitam por amor, carência ou outro tipo de dependência a
essa situação sem denunciar seus agressores. É preciso cada vez mais a
conscientização dessas vítimas da desinformação, do medo, da escravidão
econômica e social a que estão sujeitas. Muitas não sabem como se
libertar ou não tem quem as ajude, quem as oriente. Campanhas
permanentes de informação devem prosperar nos diversos meios de
comunicação para que as mulheres possam saber se defender. No Brasil,
uma pesquisa nacional do Datasenado revela que 66% das brasileiras
acham que a violência doméstica e familiar contra as mulheres aumentou;
mas, ao mesmo tempo, 60% acreditam que a proteção contra este tipo de
agressão melhorou após a criação da Lei Maria da Penha.
No extremo dessas barbaridades contra a mulher, "Bibi" Aisha uma mulher
afegã de 19 anos foi mutilada pelo marido sob o regime do Taleban e
graças à fundação "Grossman Burn Foundation" dos Estados Unidos, foi
operada na Califórnia e recebeu uma prótese no nariz, tendo seu rosto
reconstruído. Nos regimes fundamentalistas em alguns países orientais
ainda se praticam essas e outras barbaridades contra as mulheres. Não é
o Islã que determina essas atrocidades, o Islamismo ou qualquer
doutrina ou fé religiosa não estaria orientando bem seus fiéis se assim
procedesse, mas são os homens, e sobretudo aqueles com pouco ou nenhum
entendimento nas leis divinas, de igualdade e fraternidade, que se
outorgam no direito de cometer essas barbaridades contra as mulheres
sob o manto da religião.
A excelente matéria sobre mutilação genital feminina (retirada do clitoris) publicada na revista Veja de 10/06/1998,
apontou que essa prática vinha sendo realizada em 28 países da África e
dois do Oriente Médio. Segundo constatou a revista, um levantamento da
ONU naquela ocasião descobriu que 110 milhões de mulheres em todo o
mundo tinham sido submetidas ao ritual da mutilação. Pelo mesmo
cálculo, cerca de dois milhões de meninas eram mutiladas a cada ano. Em
lugares como Somália e Djibuti, a revista afirma que praticamente todas
as mulheres são extirpadas. No Egito, calculava-se que pelo menos 55%
das mulheres muçulmanas e cristãs coptas teriam sido submetidas à
mutilação, época em que o governo proibiu a operação em hospitais
públicos e particulares. Na ocasião houve uma chuva de protestos de
líderes religiosos mais ortodoxos, sobretudo os fundamentalistas
muçulmanos, empenhados em "proteger as mulheres das conseqüências do
excessivo desejo sexual". As egípcias, em geral, são submetidas à
excisão, ou circuncisão feminina, como é erroneamente chamada a remoção
do clitóris e dos pequenos lábios.
Enfim, ainda falta um longo caminho para a libertação da mulher, não só nos países onde essas atrocidades são praticadas, mas aqui em nosso país em que a violência é mais velada, porém não menos perigosa.
Há quase um século atrás, em 1917, trabalhadoras russas fizeram manifestações por "Pão e Paz". A chamada do movimento de protesto indicava que elas protestavam por melhores condições de vida e de trabalho, e corajosamente se lançavam em um movimento pacifista contra a entrada do seu país na Primeira Guerra Mundial. Era 8 de março de 1917 e este dia de 8 de março foi adotado pelas Nações Unidas como Dia Internacional da Mulher, não somente para celebrar as conquistas sociais, políticas e econômicas das mulheres, mas sobretudo para lembrar da luta permanente contra a discriminação e a violência a que muitas mulheres ainda são submetidas em todo mundo.
Assim, este dia deve nos alertar muito mais para a discriminação e
violência a que ainda são submetidas as mulheres, do que às conquistas
que foram conseguidas a despeito das políticas de exclusão de passado
não muito remoto e que de maneira retrógrada ainda permanecem em
algumas mentes masculinas. A violência moral e física ainda existe em
lares vizinhos aos nossos, perto o suficiente para que tenhamos notícia
deste ou daquele incidente entre casais conhecidos. Neste carnaval,
quantos homens transtornados pela bebida não surraram suas mulheres?
Não é preciso ir muito longe para testemunhar essa covardia. Quantas
mulheres se sujeitam por amor, carência ou outro tipo de dependência a
essa situação sem denunciar seus agressores. É preciso cada vez mais a
conscientização dessas vítimas da desinformação, do medo, da escravidão
econômica e social a que estão sujeitas. Muitas não sabem como se
libertar ou não tem quem as ajude, quem as oriente. Campanhas
permanentes de informação devem prosperar nos diversos meios de
comunicação para que as mulheres possam saber se defender. No Brasil,
uma pesquisa nacional do Datasenado revela que 66% das brasileiras
acham que a violência doméstica e familiar contra as mulheres aumentou;
mas, ao mesmo tempo, 60% acreditam que a proteção contra este tipo de
agressão melhorou após a criação da Lei Maria da Penha.
"Bibi" Aisha depois da reconstrução facial
No extremo dessas barbaridades contra a mulher, "Bibi" Aisha uma mulher
afegã de 19 anos foi mutilada pelo marido sob o regime do Taleban e
graças à fundação "Grossman Burn Foundation" dos Estados Unidos, foi
operada na Califórnia e recebeu uma prótese no nariz, tendo seu rosto
reconstruído. Nos regimes fundamentalistas em alguns países orientais
ainda se praticam essas e outras barbaridades contra as mulheres. Não é
o Islã que determina essas atrocidades, o Islamismo ou qualquer
doutrina ou fé religiosa não estaria orientando bem seus fiéis se assim
procedesse, mas são os homens, e sobretudo aqueles com pouco ou nenhum
entendimento nas leis divinas, de igualdade e fraternidade, que se
outorgam no direito de cometer essas barbaridades contra as mulheres
sob o manto da religião.
A excelente matéria sobre mutilação genital feminina (retirada do clitoris) publicada na revista Veja de 10/06/1998,
apontou que essa prática vinha sendo realizada em 28 países da África e
dois do Oriente Médio. Segundo constatou a revista, um levantamento da
ONU naquela ocasião descobriu que 110 milhões de mulheres em todo o
mundo tinham sido submetidas ao ritual da mutilação. Pelo mesmo
cálculo, cerca de dois milhões de meninas eram mutiladas a cada ano. Em
lugares como Somália e Djibuti, a revista afirma que praticamente todas
as mulheres são extirpadas. No Egito, calculava-se que pelo menos 55%
das mulheres muçulmanas e cristãs coptas teriam sido submetidas à
mutilação, época em que o governo proibiu a operação em hospitais
públicos e particulares. Na ocasião houve uma chuva de protestos de
líderes religiosos mais ortodoxos, sobretudo os fundamentalistas
muçulmanos, empenhados em "proteger as mulheres das conseqüências do
excessivo desejo sexual". As egípcias, em geral, são submetidas à
excisão, ou circuncisão feminina, como é erroneamente chamada a remoção
do clitóris e dos pequenos lábios.Enfim, ainda falta um longo caminho para a libertação da mulher, não só nos países onde essas atrocidades são praticadas, mas aqui em nosso país em que a violência é mais velada, porém não menos perigosa.
Extraído do Portal de mangaratiba - (http://www.portalguaratiba.com.br/2011/noticias/080301_no_seculo_XXI_a_mulher_ainda_luta_por_sua_liberdade.html)
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