quinta-feira, 3 de maio de 2012

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Max Gehringer

(O comentário abaixo é de autor desconhecido)
Recebi uma mensagem muito interessante de um ouvinte da CBN e peço licença para lê-la na íntegra, porque ela nem precisa dos meus comentários.

Lá vai: "Prezado Max, meu nome é Sérgio, tenho 61 anos e pertenço a uma geração azarada: Quando era jovem as pessoas diziam para escutar os mais velhos, que eram mais sábios. Agora dizem que tenho que escutar os jovens, porque são mais inteligentes.

Na semana passada li numa revista um artigo no qual jovens executivos davam receitas simples e práticas para qualquer um ficar rico. E eu aprendi muita coisa... Aprendi, por exemplo, que se eu tivesse simplesmente deixado de tomar um cafezinho por dia, durante os últimos 40 anos, eu teria economizado R$ 30.000,00. Se eu tivesse deixado de comer uma pizza por mês, teria economizado R$ 12.000,00 e assim por diante. Impressionado, peguei um papel e comecei a fazer contas, então descobri, para minha surpresa, que hoje eu poderia estar milionário.
Bastava não ter tomado as caipirinhas que tomei, não ter feito muitas das viagens que fiz, não ter comprado algumas das roupas caras que comprei e, principalmente, não ter desperdiçado meu dinheiro em itens supérfluos e descartáveis.

Ao concluir os cálculos, percebi que hoje eu poderia ter quase R$ 500.000,00 na conta bancária.

É claro que eu não tenho este dinheiro. Mas, se tivesse, sabe o que este dinheiro me permitiria fazer?

Viajar, comprar roupas caras, me esbaldar com itens supérfluos e descartáveis, comer todas as pizzas que eu quisesse e tomar cafezinhos à vontade. Por isso acho que me sinto absolutamente feliz em ser pobre.
Gastei meu dinheiro com prazer e por prazer, porque hoje, aos 61 anos, não tenho mais o mesmo pique de jovem, nem a mesma saúde. Portanto, viajar, comer pizzas e cafés, não faz bem na minha idade e roupas, hoje, não vão melhorar muito o meu visual!

Recomendo aos jovens e brilhantes executivos que façam a mesma coisa que eu fiz. Caso contrário, chegarão aos 61 anos com um monte de dinheiro em suas contas bancárias, mas sem ter vivido a vida".

"Não eduque o seu filho para ser rico, eduque-o para ser feliz.
Assim, ele saberá o valor das coisas, não o seu preço."

terça-feira, 24 de abril de 2012

Formação continuada: “Materiais Virtuais Interativos e Aplicativos para o ensino de Matemática”

Estão abertas inscrições para o curso formação continuada a professores de Matemática “Materiais Virtuais Interativos e Aplicativos para o ensino de Matemática” continua com inscrições abertas.
O curso é totalmente à distância e gratuito. Fornece certificado registrado na secretaria acadêmica da UNIJUÍ, é destinado a professores de Matemática da rede pública, multiplicadores do NTE que atuam com professores de Matemática, acadêmicos dos cursos de Informática e de Licenciatura de Matemática. Possui fluxo contínuo de entrada e dois momentos de finalização por ano, 20 de junho e 20 de novembro de cada ano, para fins de certificação.
Para saber mais informações e/ ou fazer inscrição, clique no endereço atual para acesso ao curso:
 

O desencanto dos professores


 
    Pesquisadora mineira tem mestrado e livro sobre o desencanto dos professores "As salas de aula estão mais violentas, pois a própria sociedade também está, afirma a pesquisadora Jussara Paschoalino, na reportagem "Professor, profissão perigo", publicada na edição de 18 de abril de 2012 da Revista Isto É.
    Especializada em Psicopedagogia e Direitos Humanos, Jussara é doutoranda na Universidade Federal de Minas Gerais, onde obteve o seu mestrado, em 2007, com a dissertação "Matizes do mal-estar do professor: um estudo de caso de uma escola pública de ensino médio".

    Dois anos depois, o trabalho orientado pelas professoras Antonia Vitória Soares Aranha e Daisy Moreira Cunha foi publicado. O livro "Professor Desencantado: Matizes do Trabalho Docente" é da Editora Armazém das Ideias.
A pesquisa, que deu origem ao livro e ao mestrado, centrou-se na investigação do mal-estar docente, a partir da situação vivenciada por professores do ensino médio, vinculados a uma escola da Rede Municipal de Belo Horizonte.

    De acordo com Jussara, a escolha da pesquisa qualitativa, do tipo estudo de caso, em interação com a pesquisa quantitativa, foi uma opção que permitiu investigar as evidências da singularidade da construção da identidade dessa escola.

    Infelizmente, o clichê de que o professor é um sofredor revelou-se um dado comprovado pela pesquisa acadêmica. Durante os seus estudos, Jussara descobriu que as as imposições e as mudanças no campo educacional deixaram o professor da escola pesquisada sem condições adequadas para realizar seu trabalho.

    Entre os entrevistados, há trajetórias de inegável talento e competência ofuscadas pelas más condições de trabalho. O professor Fernando, por exemplo formou-se em Física e ingressou na rede pública de ensino de Belo Horizonte em 1968. Escreveu nove livros, foi aprovado em primeiro ligar no concurso, mas acabou afastado por adoecimento no trabalho. Ele teve uma isquemia cerebral dentro da sala de aula.

    Com bem menos tempo de profissão, a professora de Geografia Solange admitiu ser ela própria o tema da pesquisa sobre o mal-estar docente. Com vários afastamentos médicos durante a realização do trabalho, Solange era
professora no período da manhã e coordenadora à noite. Os resultados da pesquisa indicam que existem múltiplos mal-estares permeando os docentes observados na escola pesquisada: o mal-estar das perdas, o mal-estar dos “silenciamentos” dos docentes, o mal-estar da culpa, do absenteísmo e do presenteísmo.

    "Finalmente, constatamos que os professores se mostravam sofridos, traduzindo a agudeza de seus mal-estares através de reações que marcavam seu corpo e seu psíquico pelo adoecimento", conclui a pesquisadora, que constatou ainda em seu trabalho a ocorrência, quase que generalizada, de que o mal-estar docente passa pelo desejo de ser reconhecido e de ser um professor capaz de contribuir para a formação competente dos jovens. A dissertação de mestrado "Matizes do mal-estar do professor: um estudo de caso de uma escola pública de ensino médio" tem 231 páginas e está publicada na Biblioteca Digital de Teses da Universidade Federal de Minas Gerais: http://www.bibliotecadigital.ufmg.br/
 
    O livro "Professor Desencantado: Matizes do Trabalho Docente" é da Editora Armazém das Ideias.
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Softwares educacionais e grupo de discussão -
http://www.professorinterativo.com.br

quinta-feira, 19 de abril de 2012



Imagen cabecera



Estimai@s docentes:
Mais um ano Fundação Telefônica continua apostando por premiar àqueles professores que fomentam o desenvolvimento dos seus alunos através das novas tecnologias com o objetivo de impulsionar uma mudança metodológica real na aula. Em 2012, o Prêmio Fundação Telefônica de Inovação Educativa orientado a docentes e alunos de todo mundo para animá-los a que participem em um projeto que é, além de um reconhecimento, uma enorme comunidade de aprendizagem.
A partir do dia 9 de abril até 20 de maio o período de inscrição estará aberto. Para inscrever-se não espere mais e clique aqui.
É importante que durante este período não se esqueça de elaborar a Memória Pedagógica do seu projeto. No site oficial do Prêmio (www.educared.org/premionternacional) você pode conferir os requisitos de participação e resolver as suas dúvidas.Também poderá manter-se informado de todas as novidades em relação ao Prêmio e entrar nos espaço de trabalho e aprendizagem.
Entre em contato com o escritório do Prêmio para qualquer dúvida ou veja os canais habituais: Facebook, Twitter y Google+. Além disso, você pode falar conosco através do correio electrónico premiointernacional@educared.org ou ligando ao  34.981.975.621 ou  34.902.103.286 nosso horário de atenção 09.00 a 18.00 (hora espanhola).
Animamos a que participe e lembre-se que neste concurso aprender é compartilhar.

quinta-feira, 12 de abril de 2012

PROJETO "LITERATURA POÉTICA" ABRE INSCRIÇÕES


 10/04/2012 - 15:35h - Atualizado em 10/04/2012 - 15:35h 
Podem participar docentes de Linguagens e Códigos, e de Ciências Humanas

Estão abertas, até o 16/04, as inscrições para o Projeto “Literatura Poética”, uma iniciativa da Seeduc, em parceria com a Companhia das Letras. A ação é formada por workshop de capacitação seguido de concurso para alunos e professores, com premiação nas categorias texto (poesia), imagem e música. Podem participar docentes de Linguagens e Códigos (Língua Portuguesa, Língua Estrangeira, Artes e Educação Física) e de Ciências Humanas (História, Geografia, Filosofia e Sociologia).
 
Os interessados devem enviar, para o endereço eletrônico poesia@educacao.rj.gov.br, os seguintes dados: nome completo, unidade escolar de lotação, endereço da unidade escolar, matrícula na rede estadual, disciplina que leciona, série e/ou ano de escolaridade em que leciona, endereço residencial, e-mail e dois telefones de contato.
 
O workshop de capacitação “A literatura poética de Vinicius de Moraes e Carlos Drummond de Andrade” acontecerá no dia 10 de maio, na Fundação Escola Superior da Defensoria Pública do Estado do Rio de Janeiro (Av. Marechal Câmara, 314 - 4º andar, Centro - Rio de Janeiro), das 8h às 17h e 30. Na abertura, haverá conteúdos sobre os autores e obras e uma parte prática sobre o ensino de sua poesia.
 
Além do material de apoio ao workshop, serão distribuídos aos participantes exemplares das obras de Vinícius de Moraes e de Carlos Drummond de Andrade, além de bolsa, bloco e lápis. Também será emitido certificado de participação aos presentes.
 
As vagas são limitadas. A ordem de inscrição será usada como critério para a seleção. Mais informações pelos telefones 2333-0712 e 2333-0546 (Milena Soares).
 

terça-feira, 3 de abril de 2012

Abandonou o Ensino Médio? Você não está sozinho!

Por Paulo Barreira Milet | Redação ESCHOLA.COM – 01/04/2012 23:07:00

A  divulgação pelo INEP da Sinopse Estatística do Ensino Básico de 2010 revela números extraordinários. Um desses indicadores é a Taxa de Abandono por Série, por Unidade da Federação.
O percentual nacional geral é de 10,3%, o que, considerando um total de pouco mais de 10.000.000 de alunos matriculados em 2010, significa que mais de 1.000.000 de alunos largam o Ensino Médio a cada ano, sem completa-lo. E o que é pior, não existe uma política para recuperação dessa evasão.
Mas esse comportamento não é homogêneo nem por Estado e nem por dependência administrativa. Enquanto nas Escolas Privadas o índice de abandono é de 0,5%, nas Escolas Estaduais é de 11,7%.
Os três estados com pior índice: Pará (19,2%), Alagoas (17,8%) e Paraíba (17,4%), enquanto que os três com os melhores índices (menos piores) – São Paulo (4,5%), Distrito Federal (6,6%) e Paraná (6,7%).
Esse comportamento, que se repete ano após ano, gerou um número extraordinário: São 10.000.000 de adultos evadidos e que ficaram com o Ensino Médio incompleto, o que produz apagão de mão-de-obra, salários baixos, e pouca entrada nas universidades.

Saiba como obter seu Certificado do Segundo Grau via ENEM e ganhe uma bolsa com 90% de desconto!

Com base nesses dados, duas importantes ações poderiam ser tomadas:
- Como evitar essa evasão e

- Como recuperar essa evasão.

O Interessante é que a grande maioria dos profissionais e estudiosos da educação no Brasil só enxerga o problema pela visão (a) e quase nunca pela visão (b).
Trocando em miúdos, isso significa que todos se preocupam em evitar que nos próximos 10 anos, mais 10.000.000 deixem as escolas, mas ninguém está fazendo nada para recuperar os 10.000.000 que evadiram nos últimos 10 anos.
Não é curioso isso?
É como se, ironicamente, na área de segurança, todos estivessem preocupados em evitar que os presos fujam (objetivo louvável!), mas ninguém estivesse preocupado com os que já fugiram!
Um fio de esperança parece ter surgido com as redefinições do ENEM a partir de 2009. Uma das atribuições do ENEM é servir para Certificação para o Ensino Médio para aqueles maiores de 18 anos, como se fosse um supletivo.
Nos Estados Unidos existe o GED (General Educational Development ou também General Equivalency Diploma) com a função de recuperar a evasão (drop-out recovery) das High-schools.
As causas do abandono na maior parte das vezes tem raízes econômicas. Começar a trabalhar, filhos, casamento, dificuldade para conciliar horários e mesmo falta de percepção da importância dessa escolaridade para a vida futura.
Aqui no Brasil falta uma política agressiva no sentido de permitir que esse pessoal que abandonou os estudos possa recuperar o tempo perdido. A divulgação dessa possibilidade é fundamental para aqueles que quiserem estudar para obter os pontos necessários e saber que poderão fazê-lo agora duas vezes por ano via ENEM.
Nos últimos 2 anos, cerca de 1.000.000 de brasileiros já fizeram o ENEM com esse objetivo de obter o Certificado do Ensino Médio e cerca de 20% (200.000) passaram. Já é alguma coisa!

quinta-feira, 29 de março de 2012

Olimpíada de Matemática

Evento já recebeu 12 milhões de inscrições de estudantes

Sexta-feira, 23 de março de 2012 - 16:23
Alunos do sexto ao nono ano do fundamental e das três séries do ensino médio podem se inscrever na Obmep (Foto: Wanderley Pessoa) Até a manhã desta sexta-feira, 23, a 8ª Olimpíada Brasileira de Matemática das Escolas Públicas (Obmep) recebeu 12,2 milhões de inscrições de estudantes da educação básica de 27,3 mil escolas. De acordo com o Centro de Estudos e Pesquisas em Educação, Cultura e Ação Comunitária (Cenpec), entidade que coordena o concurso, 90% dos municípios já haviam aderido à olimpíada até esta data.

A adesão das secretarias estaduais e municipais de educação e a inscrição de escolas e alunos podem ser feitas até dia 30 de março, pela internet. Na Obmep, a inscrição dos estudantes deve ser feita pelas escolas. Podem participar alunos do sexto ao nono ano do ensino fundamental e das três séries do ensino médio.

A coordenadora da olimpíada, Mônica Souza, lembra aos gestores das escolas e aos professores que o regulamento da edição da Obmep 2012 traz três alterações no quesito premiação.

A primeira mudança se refere ao aumento do número de estudantes convidados a participar do programa de iniciação científica júnior, com bolsa do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq), que passa de 3,2 mil para 4,5 mil alunos. A segunda é o aumento do número de certificados de menção honrosa, de 30 mil para 46,2 mil; e a premiação será estendida a 1 mil professores.

Calendário – As datas da Olimpíada são as seguintes: dia 30 de março, encerramento das inscrições; 5 de junho, aplicação das provas da primeira fase nas escolas; 26 de junho, último prazo para as escolas enviarem os cartões-resposta dos classificados para a segunda fase; 15 de agosto, divulgação dos classificados para a segunda fase e do local de realização das provas; 15 de agosto a 14 de setembro, período para as escolas indicarem, na página eletrônica da Obmep, os professores dos alunos classificados para a segunda fase; 15 de setembro, às 14h30 (horário de Brasília), provas da segunda fase; 30 de novembro, divulgação dos premiados na página eletrônica da olimpíada.

Promovida pelos ministérios da Ciência, Tecnologia e Inovação e da Educação, a Obmep é realizada pelo Instituto Nacional de Matemática Pura Aplicada (Impa) com o apoio da Sociedade Brasileira de Matemática e sob a coordenação do Cenpec.

Ionice Lorenzoni

Confira o regulamento da 8ª edição na página eletrônica da Obmep.