As inscrições para a terceira edição da Olimpíada de Língua Portuguesa Escrevendo o Futuro começam em 19 de março e vão até 25 de maio. O lançamento oficial será na próxima segunda-feira, 19, em São Paulo, na sede da Fundação Itaú Social, parceira do Ministério da Educação na promoção do concurso. Durante a olimpíada, estudantes de escolas públicas da educação básica e seus professores de língua portuguesa vão trabalhar textos de quatro gêneros literários, todos sobre o tema O lugar onde vivo. Alunos do quinto e sexto ano do ensino fundamental vão desenvolver a poesia; sétimo e oitavo ano, textos no gênero memória; nono ano do ensino fundamental e primeira série do ensino médio, crônica; segunda e terceira séries do ensino médio, artigo de opinião.
As inscrições serão feitas na página eletrônica Comunidade Virtual, criada para a Olimpíada de Língua Portuguesa, e que estará disponível na internet na segunda-feira, 19. O processo tem duas etapas: a primeira é a adesão das secretarias de educação dos 26 estados e do Distrito Federal e dos 5.565 municípios. A segunda é a inscrição da escola. São objetivos da olimpíada estimular a leitura e o desenvolvimento da escrita entre estudantes da educação básica pública.
No país – Além do lançamento nacional da Olimpíada de Língua Portuguesa Escrevendo o Futuro em 19 de março, em São Paulo, os organizadores programaram um calendário de lançamentos regionais entre 30 de março e 24 de abril. Dia 30 de março, em Goiânia; 3 de abril, Curitiba; 10 de abril, Belo Horizonte; 13, Fortaleza; 18, Salvador, e 24, Belém.
Dividida em etapas, a seleção de textos dos alunos começa na escola, depois acontece no município, no estado, na região e por último em âmbito nacional. A premiação – medalhas, obras literárias, microcomputadores, aparelhos de som portáteis, entre outros itens –, é para o aluno e o seu professor. No final do concurso, os promotores da olimpíada entregam prêmios a 20 estudantes e 20 professores, mas nas fases intermediárias também há prêmios para alunos, docentes e escolas.
Trajetória – Em 2008, a Olimpíada da Língua Portuguesa se tornou política pública de educação, sob a coordenação do MEC, em parceria com a Fundação Itaú Social e o Centro de Estudos e Pesquisas em Educação, Cultura e Ação Comunitária (Cenpec). A olimpíada teve origem no programa Escrevendo o Futuro, desenvolvido pela Fundação Itaú Social entre 2002 e 2006, em edições bienais, que contaram, naquele período, com a participação de mais de 3,5 milhões de alunos em todo o país.
Na segunda edição, em 2010, a Olimpíada de Língua Portuguesa Escrevendo o Futuro teve a participação de mais de 7 milhões de alunos da educação básica, de 60,1 mil escolas públicas e de 239,4 mil professores.
Ionice Lorenzoni
Assim, este dia deve nos alertar muito mais para a discriminação e
violência a que ainda são submetidas as mulheres, do que às conquistas
que foram conseguidas a despeito das políticas de exclusão de passado
não muito remoto e que de maneira retrógrada ainda permanecem em
algumas mentes masculinas. A violência moral e física ainda existe em
lares vizinhos aos nossos, perto o suficiente para que tenhamos notícia
deste ou daquele incidente entre casais conhecidos. Neste carnaval,
quantos homens transtornados pela bebida não surraram suas mulheres?
Não é preciso ir muito longe para testemunhar essa covardia. Quantas
mulheres se sujeitam por amor, carência ou outro tipo de dependência a
essa situação sem denunciar seus agressores. É preciso cada vez mais a
conscientização dessas vítimas da desinformação, do medo, da escravidão
econômica e social a que estão sujeitas. Muitas não sabem como se
libertar ou não tem quem as ajude, quem as oriente. Campanhas
permanentes de informação devem prosperar nos diversos meios de
comunicação para que as mulheres possam saber se defender. No Brasil,
uma pesquisa nacional do Datasenado revela que 66% das brasileiras
acham que a violência doméstica e familiar contra as mulheres aumentou;
mas, ao mesmo tempo, 60% acreditam que a proteção contra este tipo de
agressão melhorou após a criação da
No extremo dessas barbaridades contra a mulher, "Bibi" Aisha uma mulher
afegã de 19 anos foi mutilada pelo marido sob o regime do Taleban e
graças à fundação "Grossman Burn Foundation" dos Estados Unidos, foi
operada na Califórnia e recebeu uma prótese no nariz, tendo seu rosto
reconstruído. Nos regimes fundamentalistas em alguns países orientais
ainda se praticam essas e outras barbaridades contra as mulheres. Não é
o Islã que determina essas atrocidades, o Islamismo ou qualquer
doutrina ou fé religiosa não estaria orientando bem seus fiéis se assim
procedesse, mas são os homens, e sobretudo aqueles com pouco ou nenhum
entendimento nas leis divinas, de igualdade e fraternidade, que se
outorgam no direito de cometer essas barbaridades contra as mulheres
sob o manto da religião.
A excelente matéria sobre mutilação genital feminina (retirada do clitoris) publicada na 