segunda-feira, 19 de março de 2012

Língua portuguesa - Terceira edição da Olimpíada abre inscrições na segunda


Estudantes do fundamental e médio vão concorrer a prêmios, redigindo textos sobre o lugar onde vivem (Foto: Wanderley Pessoa) As inscrições para a terceira edição da Olimpíada de Língua Portuguesa Escrevendo o Futuro começam em 19 de março e vão até 25 de maio. O lançamento oficial será na próxima segunda-feira, 19, em São Paulo, na sede da Fundação Itaú Social, parceira do Ministério da Educação na promoção do concurso.

Durante a olimpíada, estudantes de escolas públicas da educação básica e seus professores de língua portuguesa vão trabalhar textos de quatro gêneros literários, todos sobre o tema O lugar onde vivo. Alunos do quinto e sexto ano do ensino fundamental vão desenvolver a poesia; sétimo e oitavo ano, textos no gênero memória; nono ano do ensino fundamental e primeira série do ensino médio, crônica; segunda e terceira séries do ensino médio, artigo de opinião.

As inscrições serão feitas na página eletrônica Comunidade Virtual, criada para a Olimpíada de Língua Portuguesa, e que estará disponível na internet na segunda-feira, 19. O processo tem duas etapas: a primeira é a adesão das secretarias de educação dos 26 estados e do Distrito Federal e dos 5.565 municípios. A segunda é a inscrição da escola. São objetivos da olimpíada estimular a leitura e o desenvolvimento da escrita entre estudantes da educação básica pública.

No país – Além do lançamento nacional da Olimpíada de Língua Portuguesa Escrevendo o Futuro em 19 de março, em São Paulo, os organizadores programaram um calendário de lançamentos regionais entre 30 de março e 24 de abril. Dia 30 de março, em Goiânia; 3 de abril, Curitiba; 10 de abril, Belo Horizonte; 13, Fortaleza; 18, Salvador, e 24, Belém.

Dividida em etapas, a seleção de textos dos alunos começa na escola, depois acontece no município, no estado, na região e por último em âmbito nacional. A premiação – medalhas, obras literárias, microcomputadores, aparelhos de som portáteis, entre outros itens –, é para o aluno e o seu professor. No final do concurso, os promotores da olimpíada entregam prêmios a 20 estudantes e 20 professores, mas nas fases intermediárias também há prêmios para alunos, docentes e escolas.

Trajetória – Em 2008, a Olimpíada da Língua Portuguesa se tornou política pública de educação, sob a coordenação do MEC, em parceria com a Fundação Itaú Social e o Centro de Estudos e Pesquisas em Educação, Cultura e Ação Comunitária (Cenpec). A olimpíada teve origem no programa Escrevendo o Futuro, desenvolvido pela Fundação Itaú Social entre 2002 e 2006, em edições bienais, que contaram, naquele período, com a participação de mais de 3,5 milhões de alunos em todo o país.

Na segunda edição, em 2010, a Olimpíada de Língua Portuguesa Escrevendo o Futuro teve a participação de mais de 7 milhões de alunos da educação básica, de 60,1 mil escolas públicas e de 239,4 mil professores.

Ionice Lorenzoni

quinta-feira, 15 de março de 2012

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Dia internacional da mulher do século XXI

No século XXI a mulher ainda luta por sua liberdade

8 de março é o Dia Internacional da Mulher
(Publicado em 08.03.2011
Redação do Portalguaratiba)

Há quase um século atrás, em 1917, trabalhadoras russas fizeram manifestações por "Pão e Paz". A chamada do movimento de protesto indicava que elas protestavam por melhores condições de vida e de trabalho, e corajosamente se lançavam em um movimento pacifista contra a entrada do seu país na Primeira Guerra Mundial. Era 8 de março de 1917 e este dia de 8 de março foi adotado pelas Nações Unidas como Dia Internacional da Mulher, não somente para celebrar as conquistas sociais, políticas e econômicas das mulheres, mas sobretudo para lembrar da luta permanente contra a discriminação e a violência a que muitas mulheres ainda são submetidas em todo mundo.
Assim, este dia deve nos alertar muito mais para a discriminação e violência a que ainda são submetidas as mulheres, do que às conquistas que foram conseguidas a despeito das políticas de exclusão de passado não muito remoto e que de maneira retrógrada ainda permanecem em algumas mentes masculinas. A violência moral e física ainda existe em lares vizinhos aos nossos, perto o suficiente para que tenhamos notícia deste ou daquele incidente entre casais conhecidos. Neste carnaval, quantos homens transtornados pela bebida não surraram suas mulheres? Não é preciso ir muito longe para testemunhar essa covardia. Quantas mulheres se sujeitam por amor, carência ou outro tipo de dependência a essa situação sem denunciar seus agressores. É preciso cada vez mais a conscientização dessas vítimas da desinformação, do medo, da escravidão econômica e social a que estão sujeitas. Muitas não sabem como se libertar ou não tem quem as ajude, quem as oriente. Campanhas permanentes de informação devem prosperar nos diversos meios de comunicação para que as mulheres possam saber se defender. No Brasil, uma pesquisa nacional do Datasenado revela que 66% das brasileiras acham que a violência doméstica e familiar contra as mulheres aumentou; mas, ao mesmo tempo, 60% acreditam que a proteção contra este tipo de agressão melhorou após a criação da Lei Maria da Penha.
"Bibi" Aisha depois da reconstrução facial
No extremo dessas barbaridades contra a mulher, "Bibi" Aisha uma mulher afegã de 19 anos foi mutilada pelo marido sob o regime do Taleban e graças à fundação "Grossman Burn Foundation" dos Estados Unidos, foi operada na Califórnia e recebeu uma prótese no nariz, tendo seu rosto reconstruído. Nos regimes fundamentalistas em alguns países orientais ainda se praticam essas e outras barbaridades contra as mulheres. Não é o Islã que determina essas atrocidades, o Islamismo ou qualquer doutrina ou fé religiosa não estaria orientando bem seus fiéis se assim procedesse, mas são os homens, e sobretudo aqueles com pouco ou nenhum entendimento nas leis divinas, de igualdade e fraternidade, que se outorgam no direito de cometer essas barbaridades contra as mulheres sob o manto da religião.
A excelente matéria sobre mutilação genital feminina (retirada do clitoris) publicada na revista Veja de 10/06/1998, apontou que essa prática vinha sendo realizada em 28 países da África e dois do Oriente Médio. Segundo constatou a revista, um levantamento da ONU naquela ocasião descobriu que 110 milhões de mulheres em todo o mundo tinham sido submetidas ao ritual da mutilação. Pelo mesmo cálculo, cerca de dois milhões de meninas eram mutiladas a cada ano. Em lugares como Somália e Djibuti, a revista afirma que praticamente todas as mulheres são extirpadas. No Egito, calculava-se que pelo menos 55% das mulheres muçulmanas e cristãs coptas teriam sido submetidas à mutilação, época em que o governo proibiu a operação em hospitais públicos e particulares. Na ocasião houve uma chuva de protestos de líderes religiosos mais ortodoxos, sobretudo os fundamentalistas muçulmanos, empenhados em "proteger as mulheres das conseqüências do excessivo desejo sexual". As egípcias, em geral, são submetidas à excisão, ou circuncisão feminina, como é erroneamente chamada a remoção do clitóris e dos pequenos lábios.
Enfim, ainda falta um longo caminho para a libertação da mulher, não só nos países onde essas atrocidades são praticadas, mas aqui em nosso país em que a violência é mais velada, porém não menos perigosa.


 Extraído do Portal de mangaratiba - (http://www.portalguaratiba.com.br/2011/noticias/080301_no_seculo_XXI_a_mulher_ainda_luta_por_sua_liberdade.html)

quinta-feira, 8 de março de 2012

Reunião De OT's no NTE- Volta Redonda





Orientadores Tecnológicos e Professores da Rede Estadual de Educação, se reunem com Multiplicadores e Dinamizadores do NTE Volta Redonda e PTE Volta Redonda e Barra do Piraí, para planejamento das atividades relacionadas as Novas Tecnologias na sala de aula.

O encontro foi dia 06 de março, nas dependências do NTE-Volta Redonda.

Foi um momento de troca de experiências e projeções para o trabalho de 2012.

quinta-feira, 1 de março de 2012

CEDERJ 2012

Professores,

Aberto período de inscrição para cursos de extensão do cederj - 27/02 à
27/03.
São cursos a distância, de ótima qualidade e gratuitos. Divulguem entre os
professores!
http://www.cederj.edu.br/extensao/index.php?option=com_content&view=article&id=680

abç , Vera Gama

Piso Salarial Profissional Nacional – Lei nº 11.738, de 16/7/2008 - O que é?

Em 16 de julho de 2008 foi sancionada a Lei n° 11.738, que instituiu o piso salarial profissional nacional para os profissionais do magistério público da educação básica, regulamentando disposição constitucional (alínea ‘e’ do inciso III do caput do artigo 60 do Ato das Disposições Constitucionais Transitórias).

Piso do magistério é reajustado em 15,85% e passa para R$ 1.187

Portaria define critérios para que secretarias peçam recursos para piso

Piso salarial do magistério é constitucional, diz o STF


Confira a lei sobre o Piso Nacional do Professor

Mercadante defende piso dos professores como uma questão de valorização

Debate no Senado

Quarta-feira, 29 de fevereiro de 2012 - 16:43
Ao lado do senador Roberto Requião, presidente da Comissão de Educação, o ministro Mercadante defende o uso dos tablets (Foto: Fabiana Carvalho)“A questão do salário do professor não é apenas trabalhista, mas uma questão de valorização”, afirmou o ministro da Educação, Aloizio Mercadante, durante audiência pública realizada nesta quarta-feira, 29, na Comissão de Educação, Cultura e Esporte do Senado Federal. Ao defender o piso nacional dos professores, o ministro observou que a docência deve ser uma carreira bem remunerada e valorizada, caso contrário não será possível trazer os melhores profissionais para as escolas.

Mercadante fez uma exposição sobre as principais metas e diretrizes do Ministério da Educação, apresentando os planos da pasta, desde a educação infantil até a pós-graduação. Também fizeram parte da mesa o presidente e o vice-presidente da comissão, Roberto Requião (PMDB-PR) e Paulo Bauer (PSDB-SC).

No debate, o ministro apontou a importância da alfabetização até a idade de oito anos. De acordo com ele, a alfabetização – saber ler e escrever e fazer contas matemáticas simples – na idade certa permitirá melhor desenvolvimento no restante do processo educacional, reduzindo a evasão escolar. “Alfabetização na idade certa tem que ser a prioridade das prioridades deste país. Temos que atacar esse problema na origem e olhar para a valorização e capacitação dos 200 mil profissionais que fazem a alfabetização.”

Entre os temas de sua apresentação, o ministro fez questão de dedicar especial atenção ao uso de novas tecnologias e ideias inovadoras na sala de aula, entre eles o projetor digital e os tablets, que serão distribuídos às escolas e professores. Para Mercadante, a escola precisa ser o caminho de acesso do jovem aos recursos tecnológicos, para que ele tenha maior acesso ao conhecimento. “É preciso educar nossos jovens para o século 21”, disse.

Um programa nacional a ser lançado, sobre educação no campo, pretende impedir que escolas sejam fechadas nas zonas rurais, além de aumentar a escolarização da população dessas regiões. O projeto prevê a distribuição de material didático voltado para o campo, formação inicial e continuada de professores, educação de jovens e adultos, educação tecnológica voltada para atividades rurais, além de empreendedorismo e atendimento a escolas quilombolas.

Diego Rocha

Acesse a apresentação do ministro Aloizio Mercadante na Comissão de Educação do Senado

Ouça exposição do ministro Aloizio Mercadante sobre o piso nacional do magistério
Palavras-chave: ministro, piso salarial, alfabetização, novas tecnologias, educação no campo